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A Autora,

Isabel Mendes (Isamar)

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Mais um ciclo que se fechou
Mais uma etapa que terminou
É tempo de fazer contas à vida
Se a meta traçada chegou a ser cumprida.
Que os movimentos do ano que está para chegar
Tragam alguns saldos do que está a terminar,
Porque iniciar uma batalha sem razão,
Não leva a nada, depressa se perde a noção.
Ano novo, novas metas a alcançar
Ano novo, vida nova a desejar.
Desejos do que nos faz sorrir
São os que mais devemos pedir.
O tiro de partida já soou
E agora, para que lado vou?
É fechar os olhos e seguir a intuição,
Porque não há melhor guia que o coração.

FELIZ 2010 PARA TODOS !

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009



Querido Pai Natal
Tu que és aquele, tu que és o tal
Que nos entope a chaminé
Não sei se de trenó, não sei se a pé
Venho por este meio reclamar
Que não gosto do teu modo de trabalhar.
Acho que exageras na história dos presentes,
Cada ano que passa, mais mentes.
Enganas as crianças,
Dás-lhes falsas esperanças,
Porque muitas vezes quem se portou mal
É quem mais recebe no Natal.
Vê lá se cortas na comida, toma jeito,
Há quem goste de ti, ninguém é perfeito!
Quanto às prendas que ofereces
E só dás a quem merece
Espero bem que estejas legalizado,
Porque, ou somos filhos ou somos enteados.
Pronto, não te quero roubar mais tempo
Ouvi dizer que andas farto de trabalhar
Corta mas é essa barba
Porque a história do velhinho
Já começa a cansar.

FELIZ NATAL!

video


Seria tão simples
Seria tão bom
Pedir um desejo
Sempre que quisesse
E quando saísse do tom
Parava um instante
E dizia para mim
Que mesmo que não pudesse
Naquele momento
Voltar a entrar no ritmo
Nem por fora, nem por dentro
Fechava os olhos
Para ver bem lá no fundo
Que o meu pedaço de mundo
Não vai cair aos molhos
Só porque numa altura da vida
A estrada me deixou perdida
Sem caminho para seguir
Porque o que importa
É falar à vida a sorrir
E nunca fechar a porta
Ao passado metediço
Deixando o presente entrar ao serviço

terça-feira, 15 de dezembro de 2009


Olha amor, por que não partimos
Sem destino, nem mapa na mão
Iremos como um simples menino
Que faz rodar o seu bonito pião

Olha amor, se à beira da estrada
Encontrarmos um pouco de cansaço
Promete que pensamos duas vezes
Antes de darmos ao nosso caminho um pouco de espaço

Olha amor, se à noite as estrelas
Se negarem a brilhar
Não te assustes, nem te desiludas
Porque o que nos une, basta para nos iluminar

Vais ver amor, que no fim do caminho
Para o qual não traçámos direcção
Vai ser tão simples como nas mãos de um menino
Que sorrindo guarda o seu pião