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A Autora,

Isabel Mendes (Isamar)

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

FOSTE TU SENHOR !

(imagem retirada da internet)

O Sol que me ilumina os dias
Foste Tu Senhor
As noites que não chegam a ser frias
Foste Tu Senhor
O lar que deixo e ao qual regresso
Foste Tu Senhor
Os sorrisos que me dão e que não peço
Foste Tu Senhor
A Família que me ama incondicionalmente
Foste Tu Senhor
Poder ter escolhas e ser diferente
Foste Tu Senhor
O alimento que me sustenta a alma
Foste tu Senhor
A água que me refresca e acalma
Foste Tu Senhor
A estrada que percorro sem nunca estar perdida
Foste Tu Senhor
A vida que me foi dada sem contrapartida
Foste Tu Senhor.

Autoria: Isabel Mendes

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

PERDOA SENHOR

(imagem retirada da internet)

Perdoa Senhor a ingratidão
O queixume sem razão
Por não agradecer tudo o que me dás
Perdoa os meus dias mais cinzentos
Por não Te bendizer em todos os momentos
Uma vez que foi Contigo que encontrei a Paz.

Perdoa Senhor quando dou por garantido
O valor da família, da saúde, do meu respirar
Perdoa Senhor minha ociosidade sem sentido
Perdoa-me para me poder perdoar.

Perdoa Senhor quando não sei sorrir
Perante a Tua enorme benevolência
Obrigado Senhor por me poderes ouvir
Obrigado por me criares da Tua descendência.

Autoria: Isabel Maria Tavares Mendes

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Parabéns Mana!

(Lucília Mendes)


Juntas

Conheceste primeiro o mundo
E chamaste-me logo a seguir
E lá fomos prego a fundo
Em descoberta da vida que estava para vir

O teu sorriso calmo e ternurento
Não combinava com o meu choro insistente
E tu lá acalmavas cada momento
Transformando-o num bonito presente

As páginas da nossa história
Foi juntas que as conseguimos escrever
Cada derrota ou cada vitória
Será juntas que as iremos conhecer.

by Isabel Mendes

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

NÃO DEU CERTO

(imagem retirada da internet)

Um dia disseste-me que eu era o teu sal
A tua musa, o teu caminho
Disseste que a solidão não fazia sentido
Porque com o meu amor, nunca te sentias sozinho.

Chegaste a pintar-me numa tela.
A dizer-me como era bela
A calmaria no meu olhar.
A nossa conversa fluía naturalmente
O riso estava sempre presente
Mas o coração parecia querer outro lugar.

O mapa pelo qual nos quisemos reger
Acabou por ficar elegível
O amor acabou por não vencer

E o sonho, para já, não foi possível.


AUTORIA: Isabel Maria T. Mendes